A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC - Palmas), concluiu, nesta segunda-feira, 25, o inquérito policial referente à segunda fase da Operação Custos, deflagrada no dia 24 de abril, na Capital, e indiciou um investigado, de 23 anos, pela prática de armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil.
A investigação teve início a partir do compartilhamento de informações com a Polícia Federal, por meio da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER), que apontou que o investigado, residente em Palmas, estaria na posse de um grande volume de arquivos contendo imagens e vídeos de abusos sexuais contra crianças e adolescentes.
Com o avanço das diligências, foram cumpridos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão no endereço do investigado. Durante a ação, dispositivos eletrônicos foram apreendidos e submetidos à perícia técnica.
A partir da análise do material, foi constatado que o investigado mantinha um acervo ainda maior de conteúdos ilícitos armazenados em seus dispositivos. Diante disso, a autoridade policial representou pela conversão da prisão temporária em preventiva, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário e cumprida no último sábado, 23.
O delegado responsável pelo caso, Lucas Brito Santana, destacou a importância do trabalho investigativo. “A conclusão do inquérito reforça o compromisso da Polícia Civil no combate a crimes dessa natureza, especialmente no ambiente virtual. Seguimos atuando de forma rigorosa para identificar e responsabilizar os envolvidos, assegurando que o ambiente digital não seja utilizado para a prática de crimes contra crianças e adolescentes”, afirma.
O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que dará continuidade às medidas legais cabíveis.
Inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público, que dará continuidade às medidas legais cabíveis Foto: Divulgação PCTO










